ferrari gto 612

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lunes, 4 de octubre de 2010

illa no banco ?

Ilan, treino InterIlan deve ficar no banco de reservas contra o Ceará
(Foto: Lucas Uebel / VIPCOMM)
O Inter viaja na tarde desta segunda-feira para Fortaleza sem mais de metade do time que pode ser considerado titular. Estão fora o zagueiro Índio (problema na coxa esquerda), o lateral-esquerdo Kleber (preservado), o volante Wilson Matias (lesão na coxa direita), os meias Tinga (em recuperação de lesão muscular) e D’Alessandro (convocado para a seleção argentina) e o atacante Rafael Sobis (também se recuperando de problema muscular), além de Giuliano (a serviço da seleção brasileira), que não é titular absoluto. Envolto em tantos problemas, o técnico Celso Roth convocou 19 jogadores para a partida de quarta-feira, contra o Ceará.
As principais novidades na relação são o meia Oscar, que vem participando do time B, e o atacante Ilan, ausente dos últimos jogos. O lateral-direito Bruno Silva, mesmo fora dos planos, também foi convocado. O Inter irá a campo com Renan, Daniel, Bolívar, Sorondo e Nei; Glaydson, Guiñazu, Andrezinho, Edu e Marquinhos; Alecsandro.
As opções para o banco são o goleiro Pato Abbondanzieri, o lateral-direito Bruno Silva, o zagueiro e lateral-esquerdo Juan, o zagueiro Ronaldo Alves, o volante Derlei, o meia Oscar e os atacantes Ilan e Leandro Damião.

domingo, 3 de octubre de 2010

internacional perto do lider

O Fluminense empatou. O Corinthians empatou. O Cruzeiro empatou. E o Inter venceu. Pouco importa que a atuação não tenha sido das melhores. O que o Colorado tira deste sábado, com a vitória de 3 a 0 sobre o Guarani no Beira-Rio, é a visão de uma distância mais curta para o líder do Campeonato Brasileiro. Agora, são oito pontos de diferença.
O Inter, nos primeiros 45 minutos, foi controlado pelo Guarani, errou muito e chegou a ser vaiado pela torcida. Na etapa final, com as entradas de Daniel e Glaydson, melhorou. Os dois jogadores abriram o placar, complementado depois por Giuliano. O Bugre acertou o travessão do Inter duas vezes. Sofreu com a falta de eficiência.
Confira a classificação do Campeonato Brasileiro
Com o resultado, o time de Celso Roth subiu para 44 pontos, na quarta posição. O Fluminense soma 52, mas o Inter tem um jogo a mais para disputar. Já o Guarani é o 12º colocado, com 33 pontos. O Colorado volta a campo na quarta-feira, em Fortaleza, contra o Ceará. O Guarani, no mesmo dia, recebe o Botafogo em Campinas.
Guarani amarra o Inter no primeiro tempo
O Guarani amarrou o sistema de criação do Inter no primeiro tempo, deu um nó nele, o guardou dentro de um cofre e jogou a chave fora. Com marcação e posse de bola, o time visitante foi superior ao Colorado na etapa inicial. Só não saiu na frente porque errou quando menos poderia errar: no último toque.
O Inter foi um time adormecido. Nem D’Alessandro conseguiu render. Com o trio de criação colorado dominado, a equipe de Campinas também conseguiu incomodar. Teve duas grandes chances. Em ambas, Baiano esteve envolvido. Primeiro, ele cruzou para Ricardo Xavier cabecear com muito perigo, a milímetros da trave esquerda de Renan. Depois, ele apareceu na pequena área, após cruzamento de Márcio Careca, e desperdiçou o gol mais feito da vida dele. Era só encostar na bola. Mas Baiano chegou com tudo, exagerou na força e acertou o travessão de Renan. Incrível.
A pobreza colorada foi de dar pena: um chute fraco de D’Alessandro, outro igualmente anêmico de Alecsandro, mas nada muito animador. Chance real, clara, daquelas de dar esperança à torcida, só uma: Giuliano acionou D’Alessandro pelo meio, e o argentino, já dentro da área, preferiu rolar para Alecsandro, que dividiu com Fabão e perdeu o gol. A melhor alternativa para o camisa 10 seria já ter emendado o chute.
Os gols de Celso Roth
Daniel Baloy internacional gol guaraniDaniel entrou no segundo tempo e abriu o caminho
para vitória (Foto: Jefferson Bernardes / Vipcomm)
Wilson Matias e Sorondo, lesionados, deixaram o time do Inter no intervalo. Parecia má notícia, mas não era. Os dois jogadores escolhidos por Celso Roth para entrar no time fizeram os gols que abriram a vitória colorada: Daniel primeiro, Glaydson depois.
Antes que o Guarani pudesse avisar que repetiria a armadura do primeiro tempo, o Inter marcou. Aos seis minutos, Giuliano acionou Daniel na direita. Entre cruzar e mandar o chute, ele optou pela segunda alternativa. Fez bem. A pancada cruzada beijou a rede defendida por Douglas: 1 a 0.
A vitória estava encaminhada. E virou certeza logo depois. D’Alessandro cruzou da direita, a zaga do Guarani se embananou ao tentar fazer a linha de impedimento, e Glaydson, livre do outro lado, desviou para o gol. O Beira-Rio soltou um respiro de alívio coletivo.
Mário Lúcio, do Guarani, ainda mandaria uma bola no travessão de Renan. Mas travessão não é gol. Gol é o que Giuliano fez aos 35 minutos. O prodígio colorado recebeu pela esquerda, se livrou da zaga e mandou o chute colocado, com precisão. Estava encerrado o papo. Estava intensificada a perseguição aos líderes. Se Fluminense, Corinthians e Cruzeiro empataram, azar deles: o Inter venceu.
0
INTERNACIONAL 3 X 0 GUARANI
Renan, Nei, Bolívar, Sorondo (Daniel) e Juan; Wilson Matias (Glaydson), Guiñazu, Giuliano, Edu (Andrezinho) e D'Alessandro; Alecsandro.Douglas, Rodrigo Heffner, Fabão, Ailson (Aislan) e Márcio Careca; Renan, Paulo Roberto, Baiano (Diego Barboza) e Mário Lúcio; Mazola e Ricardo Xavier (Rômulo).
T: Celso RothT: Vágner Mancini
Estádio: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS). Data: 2 de outubro. Árbitro: Edivaldo Elias da Silva (PR). Auxiliares: José Amilton Pontarolo (PR) e Moisés Aparecido de Souza (PR).
Gols: Daniel, aos seis, e Glaydson, aos 18, e Giuliano, aos 35 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Nei, D'Alessandro (Inter); Paulo Roberto (Guarani). Cartão vermelho: Mário Lúcio (Guarani).
Público: 10.819. Renda: R$ 129.040,00.

D’Alessandro quer ir a copa de 2014

O Inter perde, por dois jogos, a melhor versão que já teve de Andrés D’Alessandro. Em alta, com regularidade, colecionando boas atuações, o camisa 10 embarca neste domingo para a Argentina. Ele defenderá seu país em amistoso contra o Japão, sexta-feira, no país oriental. Assim, desfalcará o Colorado por duas partidas – contra Ceará e Atlético-MG. No último jogo antes da viagem, o atleta ajudou o Inter a bater o Guarani por 3 a 0. Depois, concedeu uma rara entrevista coletiva.
No papo, El Cabezón falou sobre a importância das conquistas que teve no Inter, analisou seu momento no clube gaúcho e comentou a mudança do time com a chegada do técnico Celso Roth. Confira os principais trechos da entrevista.
Sonho de disputar a Copa de 2014, no Brasil
Não imagino ainda. Falta muito para essa copa aqui no Brasil. A gente sabe que se trabalha muito no país para fazer uma boa Copa e uma boa Olimpíada. Estou pensando em viajar e aproveitar mais uma possibilidade que tenho na seleção argentina para cumprir meu primeiro objetivo, que é ter uma continuidade na seleção.
Momento no Inter
No futebol, tive momentos bons e ruins. A gente lembra quando ganha. Aqui no Inter, consegui coisas que não consegui em outros lugares. Não consegui ganhar Sul-Americana e Libertadores no River. Nasci lá, joguei 15 anos lá, mas não tive a sorte que tive aqui. São os dois clubes mais importantes da minha carreira.
D'Alessandro no amistoso da ArgentinaD'Alessandro recebe nova chance para defender a seleção de seu país (Foto: Reuters)
Pensamento no Brasileiro e no Mundial
A gente tenta focar no Brasileiro, mas pensa no Mundial. Não tem como esquecer. Tem que continuar focado no Brasileiro. Pode acontecer como foi neste sábado, em que as equipes que estavam na briga empataram.
Fama de principal jogador do Inter
Eu aceito tudo. Não gosto de falar de mim, mas sei também que tive momentos ruins, e que a gente tem que aproveitar a fase do grupo. Se o grupo não estivesse bem, se não tivesse conquistado a Libertadores e não estivesse no momento em que está no Brasileiro, cada um de nós não se sentiria do mesmo jeito. A gente trabalha o máximo no treino, se sente bem. O Brasileiro é puxado. Jogar a cada três dias é algo a que eu não estava acostumado. Não é fácil. Mas o Inter continua na briga, continua ligado. Eu não me acho nada. Não me acho nem o melhor, nem o pior. O futebol é meu trabalho. Faço o melhor para que o grupo ganhe.
Bom momento de jogadores argentinos no Brasil
A gente tem que ficar feliz. Tem muitos jogadores argentinos que abriram essa porta para chegarmos. O mais recente foi o Tevez, que fez muito bom trabalho no Corinthians e abriu essa porta para a chegada do Montillo e do Conca e também para que eu chegasse ao Inter. Estou muito agradecido. Quando saímos do país, sabemos que não é fácil. Estamos muito contentes no Brasil. Tanto Montillo quanto Conca estão felizes jogando.
Confiança no título brasileiro
DAlessandro comemoração Internacional contra São PauloD'Ale destaca trabalho de Celso Roth
(Foto: Jefferson Bernardes / VIPCOMM)
Acho que é uma consequência do trabalho, que vem sendo muito bem feito. Quando deixarmos de trabalhar como estamos, sabemos que não vamos chegar. Achei que seríamos campeões no ano passado, e não fomos. Ficamos a dois pontos do Flamengo, e o último jogo foi contra o Grêmio, deu toda aquela coisa. Vamos pensando jogo após jogo. Temos que continuar pensando sempre do mesmo jeito.
Importância de Celso Roth
O professor chegou, e o time mudou. A gente sabe que a saída do Fossati, na Libertadores, depois do jogo contra o Estudiantes, não foi normal. Era uma passagem muito importante. Não sabíamos o que iria acontecer. Ele chegou e ajeitou o time. O mais importante é a confiança que o jogador tem no treinador. O treinador dá o troco em campo. Não sou só eu. Todos estão tendo uma boa fase. Se tem uma boa fase, é pelo trabalho de todos, da comissão técnica e dos jogadores. O Celso ajeitou o time. Não estou dizendo que trabalho do Fossati foi ruim. Foi bom também. Se não tivesse ganho a Libertadores, seria ruim para ele e para o grupo. Temos que agradecer ao Celso, porque ele ajeitou o time. Ganhamos a Libertadores com ele.

miércoles, 15 de septiembre de 2010

karate kid 2010

The Karate Kid conhecido como The Kung Fu Dream na China e Best Kid no Japão e Coreia do Sul (Karate Kid no Brasil e em Portugal), é um filme norte-americano-chinês dos gêneros ação e drama do ano de 2010. Dirigido por Harald Zwart e produzido por Will e Jada Pinkett Smith,[3] o filme é estrelado por Jaden Smith e Jackie Chan.
É um remake do filme original de 1984. Com um orçamento de US$40 milhões,[1] foi lançado em 11 de junho de 2010 nos Estados Unid
Dre Parker (Jaden Smith) é um garoto de 12 anos que poderia ser o mais popular da cidade de Detroit, Michigan, mas a carreira de sua mãe acaba os levando para a China.
No novo país, Dre se apaixona pela sua colega de classe Mei Yin, mas as diferenças culturais tornam essa amizade impossível. Pior ainda, os sentimentos de Dre fazem com que o aluno mais brigão da sala e prodígio do kung fu Cheng torne-se seu inimigo. Dre conhece apenas um pouco de karate e Cheng irá mostrar ao "Karate Kid" que seus conhecimentos não valem nada. Sem amigos numa nova cidade, Dre não tem a quem recorrer exceto o zelador do seu prédio Mr. Han (Jackie Chan), que é secretamente um mestre do kung fu.
À medida que Han ensina Dre que o kung fu é muito mais que socos e habilidade, mas sim maturidade e calma, Dre percebe que encarar os brigões da turma será a aventura de uma vida.os e em 27 de agosto de 2010 no Brasil
A música oficial do filme é "Never Say Never". Ela foi escrita por Adam Messinger e produzida pelos The Messengers. Foi cantada por Justin Bieber e Jaden Smith. O vídeo clipe foi divulgado em 31 de Maio de 2010.
"Remember the Name" por Fort Minor foi utilizadam no trailer para promover o filme. "Hip Song" cantado por Rain foi utilizada para promover os países da Ásia e apareceu no trailer do filme. O vídeo clipe foi divulgado em 22 de Maio de 2010.

nadal morde forte

Rafa Nadal ya ha entrado en la historia del tenis. El jugador español ha logrado ganar el último Grand Slam que se le resistía hasta el momento, el US Open, el noveno de su carrera. De esta manera, el manacorí se convierte en el séptimo tenista en conquistar el los cuatro grandes (Open de Australia, Roland Garros, Wimbledon y US Open). A estos nueve hay que sumar las tres Davis ganadas con España, y la medalla de oro olímpica de 2008. Vean las celebraciones del tenista español, mordiendo los trofeos conquistados, en nuestra galería fotográfica.
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jueves, 9 de septiembre de 2010

loko abreu o esquenta banco marca gol da vitoria

O jogo se encaminhava para um justo 0 a 0. Times sem inspiração, errando demais. Mas aí brilhou a estrela do uruguaio Loco Abreu. Aos 45 minutos do segundo tempo, o atacante do Botafogo recebeu cruzamento da esquerda, tirou Edu Dracena da jogada com um leve toque e estufou as redes santistas. A promessa era de muito gols. Ficou só na expectativa. Mas o golaço de Abreu, seu primeiro no Brasileirão, valeu por goleada. O Bota foi a 34 pontos, ultrapassou o Santos e volta para o G-4, na terceira posição.




O Peixe, que perdeu uma invencibilidade que durava cinco jogos e caiu para a quinta colocação, volta a campo domingo. Enfrenta o Ceará, em Fortaleza, às 18h30m. Já o Bota, também no domingo, mas às 16h, recebe o São Paulo, no Rio.



Peixe começa em cima, mas Bota equilibra





O Santos começou o jogo bem a seu estilo: marcação adiantada, pressão nas saídas de bola do Botafogo, buscando um gol rápido. A equipe carioca, ao contrário do que havia prometido o seu técnico, Joel Santana, não veio a São Paulo para atacar. Herrera era o único atacante.Maicossuel, que tinha a missão de se aproximar do argentino, não conseguia receber a bola.



Aos 5 minutos, Neymar cruzou rasteiro, da direita. Durval dominou e chutou forte, praticamente à queima-roupa. Jefferson, mostrando estar com os reflexos em dia, espalmou para cima. Acuado, o Bota não conseguia acertar contra-ataques e chamava o Santos para cima. Aos 13, Keirrison recebeu pela esquerda e tentou um chute colocado, de direita. Jefferson espalmou novamente. Aos 26 e 27, mais duas jogadas de perigo do Santos. A primeira, num contra-ataque rápido, Alex Sandro recebeu de Keirrison e avançou livre pela esquerda. Neymar corria pelo meio, pedindo bola, livre. Mas o lateral-esquerdo optou pelo chute direto, na entrada da área. Mandou por cima. Ouviu broncas de todo mundo do time.



O Santos parou por aí. Aos poucos, o Botafogo acertou a marcação, pressionou as saídas do time da casa. A bola começou a chegar para Maicossuel. O habilidoso camisa 7 levou muito perigo para a defesa santista, sempre caindo pelo lado esquerdo. Aos 35, ele passou por Edu Dracena e cruzou. Renato Cajá recebeu em condições de marcar, mas o goleiro Rafael foi rápido e abafou o chute.



Agora era o Santos quem estava acuado. Marquinhos não se apresentava para armar o time. Danilo até conseguia roubar bolas, mas errava passes demais. Pará, que seria um desafogo pela direita, também cansou de entregar a bola de presente para os adversários. Dessa forma, o Peixe ficou preso, isolando Neymar e Keirrison na frente. Aos 39, o Bota criou outra grande chance. Maicossuel, mesmo caído, conseguiu passar a bola para Alessandro, que cruzou da direta. A bola, alta, percorreu toda a extensão da grande área e parou no pé esquerdo de Marcelo Cordeiro, que emendou um chute cruzado. Antonio Carlos empurraria para o gol se Durval não chegasse em cima da hora para travar.



Restou a Neymar voltar para buscar o jogo. Somente quando a bola caía em seus pés a equipe paulista criava algo interessante. Aos 43, ele recebeu na intermediária, avançou e chutou de direita, obrigando Jefferson a espalmar mais uma vez. Foi o último lance digno de nota do primeiro tempo.



Jogo fica chato





O Santos deu pinta de que voltaria aceso para o segundo tempo. O técnico Dorival Júnior perdeu a paciência com Marquinhos e Keirrison, que foram muito mal no primeiro tempo, e os tirou da equipe. Entraram Madson e Zé Eduardo. Logo aos 50 segundos, Madson acertou belo passe para Zezinho, que entrou pela esquerda e cruzou de primeira. Zé Eduardo completou para o gol, mas Jefferson fez ótima defesa. O Peixe ficou nisso.



Se na etapa inicial a pressão santista durou mais tempo, na segunda o Botafogo equilibrou as ações rapidamente. Joel Santana percebeu que seu time seria envolvido pelo Santos, que agora tinha jogadores rápidos em campo, e pensou rápido. Tirou Fahel e colocou o talismã Caio em campo, aos sete minutos. O meio de campo carioca se tornou mais ágil. A partir dessa mudança, havia sempre alguém de camisa listrada solto nas proximidades da área santista: ora Caio, ora Maicossuel.



O Peixe voltou a ficar acuado. Faltava alguém para prender a bola no meio de campo, armar jogadas, pensar o jogo. Faltava Ganso. Pela primeira vez desde que o camisa 10 se machucou, contra o Grêmio, na 16ª rodada (ele lesionou o joelho esquerdo e só volta em 2011), o Santos sentiu falta de verdade do seu maestro. Neymar, a estrela solitária da equipe santista, tentava resolver sozinho. Sem sucesso. Faltava alguém para se aproximar do camisa 11. Zé Eduardo tinha dificuldades para dominar a bola. Madson sumiu.



Com os jogadores do Santos sob controle, o Bota começou a cercar o adversário, sem, no entanto, conseguir finalizar jogadas. A partir dos 20 minutos, o jogo tornou-se chato. Disputado de intermediária a intermediária. Nenhum dos times conseguia acertar o último passe, aquele que coloca atacantes na cara do gol.



De repente, o Peixe acordou. Aos 37, Madson acertou bom passe para Neymar, que entrou pela esquerda e chutou cruzado. Zé Eduardo tentou completar, mas foi travado por Alessandro. Estava claro que bastava acertar o passe.



Quando parecia que o jogo ficaria no zero, apareceu Loco Abreu. O uruguaio havia entrado no lugar de Maicossuel e, até então, não havia pego na bola. Aos 45, a bola veio da esquerda. Ele dominou com estilo, driblou Edu Dracena e acabou com o jogo.



SANTOS 0 X 1 BOTAFOGO Rafael, Pará, Edu Dracena, Durval e Alex Sandro; Arouca, Danilo, Zezinho (Breitner) e Marquinhos (Madson); Neymar e Keirrison (Zé Eduardo). Jefferson, Antônio Carlos, Leandro Guerreiro e Fábio Ferreira; Alessandro, Marcelo Mattos, Fahel (Caio), Renato Cajá e Marcelo Cordeiro; Maicossuel (Loco Abreu) e Herrera (Edno)

Técnico: Dorival Júnior Técnico: Joel Santana

Gols:

Cartões amarelos: Herrera, Fahel, Marcelo Mattos, Leandro Guerreiro (Botafogo), Edu Dracena e Danilo (Santos). Renda e Público: R$352.440,00/14.305 pagantes

moda masculina verao 2011

A grife Missoni desfilou a sua coleção de verão 2011 no sábado passado, dia 20 de junho, na Semana de Moda Masculina de Milão. Esta, que trouxe para a passarela looks despojados e confortáveis, fez uma coleção própria para dias frescos e corridos. A passarela se transformou praticamente em um dia de viagem, onde maxibolsas são companheiras inseparáveis e peças largas são a melhor opção. Camisas, jaquetas e calças se combinam com coletes em malha, cardigans, jumpers, trench coats e patchworks.




Angela Missoni, estilista da marca italiana, trabalhou com tom sobre tom e deu um aspecto moderno as suas peças de verão, mais apropriadas para um dia de frio aqui no Brasil.



O aspecto foi ainda mais moderno em relação às calças, que aparecem em modelagens soltas e com ganchos baixos. A barra virada, como já vimos em muitos outros desfiles da semana de moda, promete ser uma grande tendência do verão 2011, e se destacam em calças estilo saruel, carrot e boyfreind. Calças de linho, blusas listradas e o xadrez diferenciado também se destacam no acontecer do desfile.



A cartela de cor é variante mais os tons claros são os principais como: bege, cinza, cru e marrom. Tons em azul aparecem e prometem renovar o guarda roupa masculino, transformando-o em um céu de nuvens.





Tons terrosos no desfil da Missoni na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução

. Foto:Reprodução



Tons terrosos no desfil da Missoni na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução

Tons terrosos no desfil da Missoni na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução







Tons terrosos no desfil da Missoni na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução

Xadrez faz parte do desfile da Missoni Verão 2010. Foto:Reprodução



Cinza entra como tendência de verão 2010. Foto:Reprodução

Xadrez faz parte do desfile da Missoni Verão 2010. Foto:Reprodução







Tons azulados no desfile da Missoi na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução

Tons azulados no desfile da Missoi na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução