The Karate Kid conhecido como The Kung Fu Dream na China e Best Kid no Japão e Coreia do Sul (Karate Kid no Brasil e em Portugal), é um filme norte-americano-chinês dos gêneros ação e drama do ano de 2010. Dirigido por Harald Zwart e produzido por Will e Jada Pinkett Smith,[3] o filme é estrelado por Jaden Smith e Jackie Chan.
É um remake do filme original de 1984. Com um orçamento de US$40 milhões,[1] foi lançado em 11 de junho de 2010 nos Estados Unid
Dre Parker (Jaden Smith) é um garoto de 12 anos que poderia ser o mais popular da cidade de Detroit, Michigan, mas a carreira de sua mãe acaba os levando para a China.
No novo país, Dre se apaixona pela sua colega de classe Mei Yin, mas as diferenças culturais tornam essa amizade impossível. Pior ainda, os sentimentos de Dre fazem com que o aluno mais brigão da sala e prodígio do kung fu Cheng torne-se seu inimigo. Dre conhece apenas um pouco de karate e Cheng irá mostrar ao "Karate Kid" que seus conhecimentos não valem nada. Sem amigos numa nova cidade, Dre não tem a quem recorrer exceto o zelador do seu prédio Mr. Han (Jackie Chan), que é secretamente um mestre do kung fu.
À medida que Han ensina Dre que o kung fu é muito mais que socos e habilidade, mas sim maturidade e calma, Dre percebe que encarar os brigões da turma será a aventura de uma vida.os e em 27 de agosto de 2010 no Brasil
A música oficial do filme é "Never Say Never". Ela foi escrita por Adam Messinger e produzida pelos The Messengers. Foi cantada por Justin Bieber e Jaden Smith. O vídeo clipe foi divulgado em 31 de Maio de 2010.
"Remember the Name" por Fort Minor foi utilizadam no trailer para promover o filme. "Hip Song" cantado por Rain foi utilizada para promover os países da Ásia e apareceu no trailer do filme. O vídeo clipe foi divulgado em 22 de Maio de 2010.
miércoles, 15 de septiembre de 2010
nadal morde forte
Rafa Nadal ya ha entrado en la historia del tenis. El jugador español ha logrado ganar el último Grand Slam que se le resistía hasta el momento, el US Open, el noveno de su carrera. De esta manera, el manacorí se convierte en el séptimo tenista en conquistar el los cuatro grandes (Open de Australia, Roland Garros, Wimbledon y US Open). A estos nueve hay que sumar las tres Davis ganadas con España, y la medalla de oro olímpica de 2008. Vean las celebraciones del tenista español, mordiendo los trofeos conquistados, en nuestra galería fotográfica.
Más en MSN jueves, 9 de septiembre de 2010
loko abreu o esquenta banco marca gol da vitoria
O jogo se encaminhava para um justo 0 a 0. Times sem inspiração, errando demais. Mas aí brilhou a estrela do uruguaio Loco Abreu. Aos 45 minutos do segundo tempo, o atacante do Botafogo recebeu cruzamento da esquerda, tirou Edu Dracena da jogada com um leve toque e estufou as redes santistas. A promessa era de muito gols. Ficou só na expectativa. Mas o golaço de Abreu, seu primeiro no Brasileirão, valeu por goleada. O Bota foi a 34 pontos, ultrapassou o Santos e volta para o G-4, na terceira posição.
O Peixe, que perdeu uma invencibilidade que durava cinco jogos e caiu para a quinta colocação, volta a campo domingo. Enfrenta o Ceará, em Fortaleza, às 18h30m. Já o Bota, também no domingo, mas às 16h, recebe o São Paulo, no Rio.
Peixe começa em cima, mas Bota equilibra
O Santos começou o jogo bem a seu estilo: marcação adiantada, pressão nas saídas de bola do Botafogo, buscando um gol rápido. A equipe carioca, ao contrário do que havia prometido o seu técnico, Joel Santana, não veio a São Paulo para atacar. Herrera era o único atacante.Maicossuel, que tinha a missão de se aproximar do argentino, não conseguia receber a bola.
Aos 5 minutos, Neymar cruzou rasteiro, da direita. Durval dominou e chutou forte, praticamente à queima-roupa. Jefferson, mostrando estar com os reflexos em dia, espalmou para cima. Acuado, o Bota não conseguia acertar contra-ataques e chamava o Santos para cima. Aos 13, Keirrison recebeu pela esquerda e tentou um chute colocado, de direita. Jefferson espalmou novamente. Aos 26 e 27, mais duas jogadas de perigo do Santos. A primeira, num contra-ataque rápido, Alex Sandro recebeu de Keirrison e avançou livre pela esquerda. Neymar corria pelo meio, pedindo bola, livre. Mas o lateral-esquerdo optou pelo chute direto, na entrada da área. Mandou por cima. Ouviu broncas de todo mundo do time.
O Santos parou por aí. Aos poucos, o Botafogo acertou a marcação, pressionou as saídas do time da casa. A bola começou a chegar para Maicossuel. O habilidoso camisa 7 levou muito perigo para a defesa santista, sempre caindo pelo lado esquerdo. Aos 35, ele passou por Edu Dracena e cruzou. Renato Cajá recebeu em condições de marcar, mas o goleiro Rafael foi rápido e abafou o chute.
Agora era o Santos quem estava acuado. Marquinhos não se apresentava para armar o time. Danilo até conseguia roubar bolas, mas errava passes demais. Pará, que seria um desafogo pela direita, também cansou de entregar a bola de presente para os adversários. Dessa forma, o Peixe ficou preso, isolando Neymar e Keirrison na frente. Aos 39, o Bota criou outra grande chance. Maicossuel, mesmo caído, conseguiu passar a bola para Alessandro, que cruzou da direta. A bola, alta, percorreu toda a extensão da grande área e parou no pé esquerdo de Marcelo Cordeiro, que emendou um chute cruzado. Antonio Carlos empurraria para o gol se Durval não chegasse em cima da hora para travar.
Restou a Neymar voltar para buscar o jogo. Somente quando a bola caía em seus pés a equipe paulista criava algo interessante. Aos 43, ele recebeu na intermediária, avançou e chutou de direita, obrigando Jefferson a espalmar mais uma vez. Foi o último lance digno de nota do primeiro tempo.
Jogo fica chato
O Santos deu pinta de que voltaria aceso para o segundo tempo. O técnico Dorival Júnior perdeu a paciência com Marquinhos e Keirrison, que foram muito mal no primeiro tempo, e os tirou da equipe. Entraram Madson e Zé Eduardo. Logo aos 50 segundos, Madson acertou belo passe para Zezinho, que entrou pela esquerda e cruzou de primeira. Zé Eduardo completou para o gol, mas Jefferson fez ótima defesa. O Peixe ficou nisso.
Se na etapa inicial a pressão santista durou mais tempo, na segunda o Botafogo equilibrou as ações rapidamente. Joel Santana percebeu que seu time seria envolvido pelo Santos, que agora tinha jogadores rápidos em campo, e pensou rápido. Tirou Fahel e colocou o talismã Caio em campo, aos sete minutos. O meio de campo carioca se tornou mais ágil. A partir dessa mudança, havia sempre alguém de camisa listrada solto nas proximidades da área santista: ora Caio, ora Maicossuel.
O Peixe voltou a ficar acuado. Faltava alguém para prender a bola no meio de campo, armar jogadas, pensar o jogo. Faltava Ganso. Pela primeira vez desde que o camisa 10 se machucou, contra o Grêmio, na 16ª rodada (ele lesionou o joelho esquerdo e só volta em 2011), o Santos sentiu falta de verdade do seu maestro. Neymar, a estrela solitária da equipe santista, tentava resolver sozinho. Sem sucesso. Faltava alguém para se aproximar do camisa 11. Zé Eduardo tinha dificuldades para dominar a bola. Madson sumiu.
Com os jogadores do Santos sob controle, o Bota começou a cercar o adversário, sem, no entanto, conseguir finalizar jogadas. A partir dos 20 minutos, o jogo tornou-se chato. Disputado de intermediária a intermediária. Nenhum dos times conseguia acertar o último passe, aquele que coloca atacantes na cara do gol.
De repente, o Peixe acordou. Aos 37, Madson acertou bom passe para Neymar, que entrou pela esquerda e chutou cruzado. Zé Eduardo tentou completar, mas foi travado por Alessandro. Estava claro que bastava acertar o passe.
Quando parecia que o jogo ficaria no zero, apareceu Loco Abreu. O uruguaio havia entrado no lugar de Maicossuel e, até então, não havia pego na bola. Aos 45, a bola veio da esquerda. Ele dominou com estilo, driblou Edu Dracena e acabou com o jogo.
SANTOS 0 X 1 BOTAFOGO Rafael, Pará, Edu Dracena, Durval e Alex Sandro; Arouca, Danilo, Zezinho (Breitner) e Marquinhos (Madson); Neymar e Keirrison (Zé Eduardo). Jefferson, Antônio Carlos, Leandro Guerreiro e Fábio Ferreira; Alessandro, Marcelo Mattos, Fahel (Caio), Renato Cajá e Marcelo Cordeiro; Maicossuel (Loco Abreu) e Herrera (Edno)
Técnico: Dorival Júnior Técnico: Joel Santana
Gols:
Cartões amarelos: Herrera, Fahel, Marcelo Mattos, Leandro Guerreiro (Botafogo), Edu Dracena e Danilo (Santos). Renda e Público: R$352.440,00/14.305 pagantes
O Peixe, que perdeu uma invencibilidade que durava cinco jogos e caiu para a quinta colocação, volta a campo domingo. Enfrenta o Ceará, em Fortaleza, às 18h30m. Já o Bota, também no domingo, mas às 16h, recebe o São Paulo, no Rio.
Peixe começa em cima, mas Bota equilibra
O Santos começou o jogo bem a seu estilo: marcação adiantada, pressão nas saídas de bola do Botafogo, buscando um gol rápido. A equipe carioca, ao contrário do que havia prometido o seu técnico, Joel Santana, não veio a São Paulo para atacar. Herrera era o único atacante.Maicossuel, que tinha a missão de se aproximar do argentino, não conseguia receber a bola.
Aos 5 minutos, Neymar cruzou rasteiro, da direita. Durval dominou e chutou forte, praticamente à queima-roupa. Jefferson, mostrando estar com os reflexos em dia, espalmou para cima. Acuado, o Bota não conseguia acertar contra-ataques e chamava o Santos para cima. Aos 13, Keirrison recebeu pela esquerda e tentou um chute colocado, de direita. Jefferson espalmou novamente. Aos 26 e 27, mais duas jogadas de perigo do Santos. A primeira, num contra-ataque rápido, Alex Sandro recebeu de Keirrison e avançou livre pela esquerda. Neymar corria pelo meio, pedindo bola, livre. Mas o lateral-esquerdo optou pelo chute direto, na entrada da área. Mandou por cima. Ouviu broncas de todo mundo do time.
O Santos parou por aí. Aos poucos, o Botafogo acertou a marcação, pressionou as saídas do time da casa. A bola começou a chegar para Maicossuel. O habilidoso camisa 7 levou muito perigo para a defesa santista, sempre caindo pelo lado esquerdo. Aos 35, ele passou por Edu Dracena e cruzou. Renato Cajá recebeu em condições de marcar, mas o goleiro Rafael foi rápido e abafou o chute.
Agora era o Santos quem estava acuado. Marquinhos não se apresentava para armar o time. Danilo até conseguia roubar bolas, mas errava passes demais. Pará, que seria um desafogo pela direita, também cansou de entregar a bola de presente para os adversários. Dessa forma, o Peixe ficou preso, isolando Neymar e Keirrison na frente. Aos 39, o Bota criou outra grande chance. Maicossuel, mesmo caído, conseguiu passar a bola para Alessandro, que cruzou da direta. A bola, alta, percorreu toda a extensão da grande área e parou no pé esquerdo de Marcelo Cordeiro, que emendou um chute cruzado. Antonio Carlos empurraria para o gol se Durval não chegasse em cima da hora para travar.
Restou a Neymar voltar para buscar o jogo. Somente quando a bola caía em seus pés a equipe paulista criava algo interessante. Aos 43, ele recebeu na intermediária, avançou e chutou de direita, obrigando Jefferson a espalmar mais uma vez. Foi o último lance digno de nota do primeiro tempo.
Jogo fica chato
O Santos deu pinta de que voltaria aceso para o segundo tempo. O técnico Dorival Júnior perdeu a paciência com Marquinhos e Keirrison, que foram muito mal no primeiro tempo, e os tirou da equipe. Entraram Madson e Zé Eduardo. Logo aos 50 segundos, Madson acertou belo passe para Zezinho, que entrou pela esquerda e cruzou de primeira. Zé Eduardo completou para o gol, mas Jefferson fez ótima defesa. O Peixe ficou nisso.
Se na etapa inicial a pressão santista durou mais tempo, na segunda o Botafogo equilibrou as ações rapidamente. Joel Santana percebeu que seu time seria envolvido pelo Santos, que agora tinha jogadores rápidos em campo, e pensou rápido. Tirou Fahel e colocou o talismã Caio em campo, aos sete minutos. O meio de campo carioca se tornou mais ágil. A partir dessa mudança, havia sempre alguém de camisa listrada solto nas proximidades da área santista: ora Caio, ora Maicossuel.
O Peixe voltou a ficar acuado. Faltava alguém para prender a bola no meio de campo, armar jogadas, pensar o jogo. Faltava Ganso. Pela primeira vez desde que o camisa 10 se machucou, contra o Grêmio, na 16ª rodada (ele lesionou o joelho esquerdo e só volta em 2011), o Santos sentiu falta de verdade do seu maestro. Neymar, a estrela solitária da equipe santista, tentava resolver sozinho. Sem sucesso. Faltava alguém para se aproximar do camisa 11. Zé Eduardo tinha dificuldades para dominar a bola. Madson sumiu.
Com os jogadores do Santos sob controle, o Bota começou a cercar o adversário, sem, no entanto, conseguir finalizar jogadas. A partir dos 20 minutos, o jogo tornou-se chato. Disputado de intermediária a intermediária. Nenhum dos times conseguia acertar o último passe, aquele que coloca atacantes na cara do gol.
De repente, o Peixe acordou. Aos 37, Madson acertou bom passe para Neymar, que entrou pela esquerda e chutou cruzado. Zé Eduardo tentou completar, mas foi travado por Alessandro. Estava claro que bastava acertar o passe.
Quando parecia que o jogo ficaria no zero, apareceu Loco Abreu. O uruguaio havia entrado no lugar de Maicossuel e, até então, não havia pego na bola. Aos 45, a bola veio da esquerda. Ele dominou com estilo, driblou Edu Dracena e acabou com o jogo.
SANTOS 0 X 1 BOTAFOGO Rafael, Pará, Edu Dracena, Durval e Alex Sandro; Arouca, Danilo, Zezinho (Breitner) e Marquinhos (Madson); Neymar e Keirrison (Zé Eduardo). Jefferson, Antônio Carlos, Leandro Guerreiro e Fábio Ferreira; Alessandro, Marcelo Mattos, Fahel (Caio), Renato Cajá e Marcelo Cordeiro; Maicossuel (Loco Abreu) e Herrera (Edno)
Técnico: Dorival Júnior Técnico: Joel Santana
Gols:
Cartões amarelos: Herrera, Fahel, Marcelo Mattos, Leandro Guerreiro (Botafogo), Edu Dracena e Danilo (Santos). Renda e Público: R$352.440,00/14.305 pagantes
moda masculina verao 2011
A grife Missoni desfilou a sua coleção de verão 2011 no sábado passado, dia 20 de junho, na Semana de Moda Masculina de Milão. Esta, que trouxe para a passarela looks despojados e confortáveis, fez uma coleção própria para dias frescos e corridos. A passarela se transformou praticamente em um dia de viagem, onde maxibolsas são companheiras inseparáveis e peças largas são a melhor opção. Camisas, jaquetas e calças se combinam com coletes em malha, cardigans, jumpers, trench coats e patchworks.
Angela Missoni, estilista da marca italiana, trabalhou com tom sobre tom e deu um aspecto moderno as suas peças de verão, mais apropriadas para um dia de frio aqui no Brasil.
O aspecto foi ainda mais moderno em relação às calças, que aparecem em modelagens soltas e com ganchos baixos. A barra virada, como já vimos em muitos outros desfiles da semana de moda, promete ser uma grande tendência do verão 2011, e se destacam em calças estilo saruel, carrot e boyfreind. Calças de linho, blusas listradas e o xadrez diferenciado também se destacam no acontecer do desfile.
A cartela de cor é variante mais os tons claros são os principais como: bege, cinza, cru e marrom. Tons em azul aparecem e prometem renovar o guarda roupa masculino, transformando-o em um céu de nuvens.
Tons terrosos no desfil da Missoni na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução
. Foto:Reprodução
Tons terrosos no desfil da Missoni na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução
Tons terrosos no desfil da Missoni na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução
Tons terrosos no desfil da Missoni na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução
Xadrez faz parte do desfile da Missoni Verão 2010. Foto:Reprodução
Cinza entra como tendência de verão 2010. Foto:Reprodução
Xadrez faz parte do desfile da Missoni Verão 2010. Foto:Reprodução
Tons azulados no desfile da Missoi na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução
Tons azulados no desfile da Missoi na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução
Angela Missoni, estilista da marca italiana, trabalhou com tom sobre tom e deu um aspecto moderno as suas peças de verão, mais apropriadas para um dia de frio aqui no Brasil.
O aspecto foi ainda mais moderno em relação às calças, que aparecem em modelagens soltas e com ganchos baixos. A barra virada, como já vimos em muitos outros desfiles da semana de moda, promete ser uma grande tendência do verão 2011, e se destacam em calças estilo saruel, carrot e boyfreind. Calças de linho, blusas listradas e o xadrez diferenciado também se destacam no acontecer do desfile.
A cartela de cor é variante mais os tons claros são os principais como: bege, cinza, cru e marrom. Tons em azul aparecem e prometem renovar o guarda roupa masculino, transformando-o em um céu de nuvens.
Tons terrosos no desfil da Missoni na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução
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Tons terrosos no desfil da Missoni na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução
Tons terrosos no desfil da Missoni na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução
Tons terrosos no desfil da Missoni na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução
Xadrez faz parte do desfile da Missoni Verão 2010. Foto:Reprodução
Cinza entra como tendência de verão 2010. Foto:Reprodução
Xadrez faz parte do desfile da Missoni Verão 2010. Foto:Reprodução
Tons azulados no desfile da Missoi na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução
Tons azulados no desfile da Missoi na semana de moda de Milão . Foto:Reprodução
É fininho como um insecto, mas tem uma envergadura de asa de 64 metros, digna de um Airbus A340. Mas poder-se-á dizer que voa mais como um insecto, o avião experimental Solar Impulse HB-SIA, que ontem se tornou na primeira aeronave tripulada que funciona apenas com energia solar a fazer um voo superior a 24 horas, incluindo o período nocturno.
O voo durou 26 horas e 9 minutos, sobre as montanhas do Jura, na Suíça. André Borschberg, um ex-piloto da Força Aérea e um dos co-fundadores do projecto, foi o piloto.
As asas leves, de fibra de carbono, dominam a aeronave: é lá que estão as 12 mil células fotovoltaicas, que absorvem a energia do Sol, que é convertida em energia, armazenada em pilhas de lítio, semelhantes às dos automóveis eléctricos. Essa energia tem de ser gerida pelo piloto durante a noite, até voltar o Sol, planando e aproveitando as correntes – como um insecto que se deixa levar no vento.
“Foi o voo mais incrível da minha carreira. Voei 26 horas sem gastar combustível nem fazer poluição”, disse Borschberg, ao aterrar.
A aeronave subiu até 8564 metros de altitude, quando já se tinham passado dez horas de voo. Mas quando o sol começou a desaparecer, o avião desceu, até cerca de 1500 metros, e por ali ficou até voltar a haver luz. Os próximos desafios passam por um voo transatlântico, mas só lá para 2013.
O Solar Impulse, avião inteiramente solar, já superou mais um marco significativo: permanecer no ar por mais de 24h, superando a escuridão da noite!
É fininho como um insecto, mas tem uma envergadura de asa de 64 metros, digna de um Airbus A340. Mas poder-se-á dizer que voa mais como um insecto, o avião experimental Solar Impulse HB-SIA, que ontem se tornou na primeira aeronave tripulada que funciona apenas com energia solar a fazer um voo superior a 24 horas, incluindo o período nocturno.
O voo durou 26 horas e 9 minutos, sobre as montanhas do Jura, na Suíça. André Borschberg, um ex-piloto da Força Aérea e um dos co-fundadores do projecto, foi o piloto.
As asas leves, de fibra de carbono, dominam a aeronave: é lá que estão as 12 mil células fotovoltaicas, que absorvem a energia do Sol, que é convertida em energia, armazenada em pilhas de lítio, semelhantes às dos automóveis eléctricos. Essa energia tem de ser gerida pelo piloto durante a noite, até voltar o Sol, planando e aproveitando as correntes – como um insecto que se deixa levar no vento.
“Foi o voo mais incrível da minha carreira. Voei 26 horas sem gastar combustível nem fazer poluição”, disse Borschberg, ao aterrar.
A aeronave subiu até 8564 metros de altitude, quando já se tinham passado dez horas de voo. Mas quando o sol começou a desaparecer, o avião desceu, até cerca de 1500 metros, e por ali ficou até voltar a haver luz. Os próximos desafios passam por um voo transatlântico, mas só lá para 2013.
O Solar Impulse, avião inteiramente solar, já superou mais um marco significativo: permanecer no ar por mais de 24h, superando a escuridão da noite!
O voo durou 26 horas e 9 minutos, sobre as montanhas do Jura, na Suíça. André Borschberg, um ex-piloto da Força Aérea e um dos co-fundadores do projecto, foi o piloto.
As asas leves, de fibra de carbono, dominam a aeronave: é lá que estão as 12 mil células fotovoltaicas, que absorvem a energia do Sol, que é convertida em energia, armazenada em pilhas de lítio, semelhantes às dos automóveis eléctricos. Essa energia tem de ser gerida pelo piloto durante a noite, até voltar o Sol, planando e aproveitando as correntes – como um insecto que se deixa levar no vento.
“Foi o voo mais incrível da minha carreira. Voei 26 horas sem gastar combustível nem fazer poluição”, disse Borschberg, ao aterrar.
A aeronave subiu até 8564 metros de altitude, quando já se tinham passado dez horas de voo. Mas quando o sol começou a desaparecer, o avião desceu, até cerca de 1500 metros, e por ali ficou até voltar a haver luz. Os próximos desafios passam por um voo transatlântico, mas só lá para 2013.
O Solar Impulse, avião inteiramente solar, já superou mais um marco significativo: permanecer no ar por mais de 24h, superando a escuridão da noite!
É fininho como um insecto, mas tem uma envergadura de asa de 64 metros, digna de um Airbus A340. Mas poder-se-á dizer que voa mais como um insecto, o avião experimental Solar Impulse HB-SIA, que ontem se tornou na primeira aeronave tripulada que funciona apenas com energia solar a fazer um voo superior a 24 horas, incluindo o período nocturno.
O voo durou 26 horas e 9 minutos, sobre as montanhas do Jura, na Suíça. André Borschberg, um ex-piloto da Força Aérea e um dos co-fundadores do projecto, foi o piloto.
As asas leves, de fibra de carbono, dominam a aeronave: é lá que estão as 12 mil células fotovoltaicas, que absorvem a energia do Sol, que é convertida em energia, armazenada em pilhas de lítio, semelhantes às dos automóveis eléctricos. Essa energia tem de ser gerida pelo piloto durante a noite, até voltar o Sol, planando e aproveitando as correntes – como um insecto que se deixa levar no vento.
“Foi o voo mais incrível da minha carreira. Voei 26 horas sem gastar combustível nem fazer poluição”, disse Borschberg, ao aterrar.
A aeronave subiu até 8564 metros de altitude, quando já se tinham passado dez horas de voo. Mas quando o sol começou a desaparecer, o avião desceu, até cerca de 1500 metros, e por ali ficou até voltar a haver luz. Os próximos desafios passam por um voo transatlântico, mas só lá para 2013.
O Solar Impulse, avião inteiramente solar, já superou mais um marco significativo: permanecer no ar por mais de 24h, superando a escuridão da noite!
miércoles, 8 de septiembre de 2010
carro voador
SÃO PAULO – Um carro que se transforma em avião pode parecer o sonho de quem enfrenta longos engarrafamentos – mas o projeto já é uma realidade nos Estados Unidos.
O Transition faz 185 km/h no ar, é movido à gasolina e possui asas dobráveis ativadas por um sistema controlado de dentro do cockpit.
Em menos de 30 segundos, as asas são colocadas verticalmente na lateral do carro enquanto o motor é direcionado para as rodas.
Segundo informações da BBC, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos aprovou a produção do veículo na categoria aeronave esportiva leve.
A empresa responsável por ele, Terrafugia, esclarece que o Transition é classificado como uma aeronave que roda em estradas, e não como um carro voador. A especificação se deve justamente à licença necessária: é preciso ser um piloto registrado dentro da categoria para dirigi-lo, e não somente possuir carta de motorista.
Especificações
O objetivo da fabricante não é substituir os carros, mas sim dar a opção de viagem às pessoas que desejarem (e souberem) pilotar uma aeronave.
Projetado por engenheiros do MIT, o Transition transporta duas pessoas e possui um tanque com capacidade para 75 litros sendo que consome, em média, 18 litros por hora de vôo.
O custo será de US$194 mil para os primeiros a fazerem a encomenda – e é necessário depositar US$10 mil antecipados na hora do pedido. Os primeiro clientes devem receber seus veículos no segundo semestre de 2011. Segundo a Terrafugia, até agora, mais de 70 unidades foram encomendadas.
O Transition faz 185 km/h no ar, é movido à gasolina e possui asas dobráveis ativadas por um sistema controlado de dentro do cockpit.
Em menos de 30 segundos, as asas são colocadas verticalmente na lateral do carro enquanto o motor é direcionado para as rodas.
Segundo informações da BBC, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos aprovou a produção do veículo na categoria aeronave esportiva leve.
A empresa responsável por ele, Terrafugia, esclarece que o Transition é classificado como uma aeronave que roda em estradas, e não como um carro voador. A especificação se deve justamente à licença necessária: é preciso ser um piloto registrado dentro da categoria para dirigi-lo, e não somente possuir carta de motorista.
Especificações
O objetivo da fabricante não é substituir os carros, mas sim dar a opção de viagem às pessoas que desejarem (e souberem) pilotar uma aeronave.
Projetado por engenheiros do MIT, o Transition transporta duas pessoas e possui um tanque com capacidade para 75 litros sendo que consome, em média, 18 litros por hora de vôo.
O custo será de US$194 mil para os primeiros a fazerem a encomenda – e é necessário depositar US$10 mil antecipados na hora do pedido. Os primeiro clientes devem receber seus veículos no segundo semestre de 2011. Segundo a Terrafugia, até agora, mais de 70 unidades foram encomendadas.
o colorado perdeu pro cruzeiro fora de casa
No duelo dos seis pontos da rodada do Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro levou a melhor e ultrapassou o Internacional na tabela de classificação. O time mineiro venceu o Colorado por 1 a 0, no Parque do Sabiá, em Uberlândia. O gol de Everton, ainda no início da partida, deixou a Raposa com 34 pontos, contra 31 da equipe gaúcha.
Pela primeira vez na competição, o time mineiro conseguiu três vitórias seguidas e confirmou a boa fase do time jogando no Triângulo Mineiro. Antes, a Raposa já havia vencido o Corinthians e o Flamengo pelo mesmo placar. Já o Inter, após três jogos sem levar gols, voltou a perder depois de cinco rodadas de invencibilidade.
Na próxima rodada, o Cruzeiro vai a Florianópolis encarar o Avaí, no domingo, às 16h (de Brasília). No mesmo dia, o Inter receberá o Goiás, às 18h30m, no Beira-Rio, em Porto Alegre.
Show de Everton
Everton comemora gol sobre o Inter (Ag. Estado)Sem Montillo, principal jogador da equipe nos últimos jogos, o Cruzeiro tinha em Roger a esperança da armação das jogadas. E a primeira jogada de perigo da Raposa saiu dos pés do meia, aos 9 minutos. Ele lançou Thiago Ribeiro, que cruzou para Everton cabecear com perigo, por cima da trave.
E Everton, a propósito, foi o protagonista do primeiro tempo. O jogador, que substituiu Fabrício, lesionado, voltou com estilo ao time. Aos 14 minutos, Jonathan cruzou, e o volante apareceu como elemento surpresa. O chute, de primeira, deu um sem-pulo para abrir o placar. O goleiro Renan não teve a menor chance de fazer a defesa.
A marcação do Cruzeiro seguia firme, e o Internacional tinha dificuldades de chegar à área celeste. Tanto que apenas aos 29 minutos, após cruzamento de Wilson Mathias, Leandro Damião quase completou para o gol, no primeiro momento de perigo da equipe colorada.
O curinga de Cuca, Everton, quase fez o seu segundo. Ernesto Farías chegou à linha de fundo e cruzou da direita. O volante chutou rasteiro, mas a bola desviou na zaga e ficou fácil para Guiñazu tirar o perigo.
O time mineiro foi melhor e mereceu a vitória. O Colorado praticamente não teve chances de marcar, e Fábio foi quase um espectador privilegiado.
Jogo morno
No segundo tempo, o nível técnico da partida caiu consideravelmente. Com a vantagem no placar, o Cruzeiro limitava-se a marcar e a sair nos contra-ataques, principalmente pelas laterais. Com isso, o Internacional, pouco inspirado, não conseguia fugir da marcação adversária.
Aos poucos, o Cruzeiro foi perdendo o gás, e o time gaúcho começou a pressionar. Com Giuliano e Tinga com mais liberdade no meio-campo, o time gaúcho pecava nos passes finais. Mesmo assim, Fábio trabalhou um pouco mais e teve que aparecer para evitar o empate colorado. Já no fim da partida, Giuliano fez grande jogada ao driblar dois e chutar rasteiro para mais uma boa defesa do goleiro cruzeirense, que mandou para escanteio.
O técnico Cuca ainda alterou a equipe, buscando dar mais força defensiva ao time. Celso Roth, ao contrário, colocou Andrezinho em campo e foi para cima do Cruzeiro. Porém, a zaga celeste, formada por Gil e Léo, e o apoio de Henrique e Marquinhos Paraná, não deu chance para o empate.
O Cruzeiro conseguiu a terceira vitória seguida na competição e chegou, enfim, ao G-4 do Campeonato Brasileiro.
CRUZEIRO 1 X 0 INTERNACIONAL Fábio; Jonathan, Gil, Léo e Diego Renan; Henrique, Marquinhos Paraná, Everton (Fabinho) e Roger (Pablo); Farías (Wallyson) e Thiago Ribeiro. Renan; Nei, Bolívar, Sorondo e Kléber; Wilson Mathias, Guiñazú, Tinga e Giuliano; Rafael Sóbis (Marquinhos) (Andrezinho) e Leandro Damião.
Técnico: Cuca. Técnico: Celso Roth.
Estádio: Parque do Sabiá, em Uberlândia (MG). Data: 8/9/2010. Horário: 19h30m (de Brasília). Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE). Assistentes: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (BA) e Marrubson Melo Freitas (DF).
Cartões amarelos: Guiñazú, Rafael Sóbis e, Wilson Mathias (Internacional); Everton e Wallyson (Cruzeiro)
Gol: Everton (Cruzeiro), aos 14 minutos do primeiro tempo.
Pela primeira vez na competição, o time mineiro conseguiu três vitórias seguidas e confirmou a boa fase do time jogando no Triângulo Mineiro. Antes, a Raposa já havia vencido o Corinthians e o Flamengo pelo mesmo placar. Já o Inter, após três jogos sem levar gols, voltou a perder depois de cinco rodadas de invencibilidade.
Na próxima rodada, o Cruzeiro vai a Florianópolis encarar o Avaí, no domingo, às 16h (de Brasília). No mesmo dia, o Inter receberá o Goiás, às 18h30m, no Beira-Rio, em Porto Alegre.
Show de Everton
Everton comemora gol sobre o Inter (Ag. Estado)Sem Montillo, principal jogador da equipe nos últimos jogos, o Cruzeiro tinha em Roger a esperança da armação das jogadas. E a primeira jogada de perigo da Raposa saiu dos pés do meia, aos 9 minutos. Ele lançou Thiago Ribeiro, que cruzou para Everton cabecear com perigo, por cima da trave.
E Everton, a propósito, foi o protagonista do primeiro tempo. O jogador, que substituiu Fabrício, lesionado, voltou com estilo ao time. Aos 14 minutos, Jonathan cruzou, e o volante apareceu como elemento surpresa. O chute, de primeira, deu um sem-pulo para abrir o placar. O goleiro Renan não teve a menor chance de fazer a defesa.
A marcação do Cruzeiro seguia firme, e o Internacional tinha dificuldades de chegar à área celeste. Tanto que apenas aos 29 minutos, após cruzamento de Wilson Mathias, Leandro Damião quase completou para o gol, no primeiro momento de perigo da equipe colorada.
O curinga de Cuca, Everton, quase fez o seu segundo. Ernesto Farías chegou à linha de fundo e cruzou da direita. O volante chutou rasteiro, mas a bola desviou na zaga e ficou fácil para Guiñazu tirar o perigo.
O time mineiro foi melhor e mereceu a vitória. O Colorado praticamente não teve chances de marcar, e Fábio foi quase um espectador privilegiado.
Jogo morno
No segundo tempo, o nível técnico da partida caiu consideravelmente. Com a vantagem no placar, o Cruzeiro limitava-se a marcar e a sair nos contra-ataques, principalmente pelas laterais. Com isso, o Internacional, pouco inspirado, não conseguia fugir da marcação adversária.
Aos poucos, o Cruzeiro foi perdendo o gás, e o time gaúcho começou a pressionar. Com Giuliano e Tinga com mais liberdade no meio-campo, o time gaúcho pecava nos passes finais. Mesmo assim, Fábio trabalhou um pouco mais e teve que aparecer para evitar o empate colorado. Já no fim da partida, Giuliano fez grande jogada ao driblar dois e chutar rasteiro para mais uma boa defesa do goleiro cruzeirense, que mandou para escanteio.
O técnico Cuca ainda alterou a equipe, buscando dar mais força defensiva ao time. Celso Roth, ao contrário, colocou Andrezinho em campo e foi para cima do Cruzeiro. Porém, a zaga celeste, formada por Gil e Léo, e o apoio de Henrique e Marquinhos Paraná, não deu chance para o empate.
O Cruzeiro conseguiu a terceira vitória seguida na competição e chegou, enfim, ao G-4 do Campeonato Brasileiro.
CRUZEIRO 1 X 0 INTERNACIONAL Fábio; Jonathan, Gil, Léo e Diego Renan; Henrique, Marquinhos Paraná, Everton (Fabinho) e Roger (Pablo); Farías (Wallyson) e Thiago Ribeiro. Renan; Nei, Bolívar, Sorondo e Kléber; Wilson Mathias, Guiñazú, Tinga e Giuliano; Rafael Sóbis (Marquinhos) (Andrezinho) e Leandro Damião.
Técnico: Cuca. Técnico: Celso Roth.
Estádio: Parque do Sabiá, em Uberlândia (MG). Data: 8/9/2010. Horário: 19h30m (de Brasília). Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE). Assistentes: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (BA) e Marrubson Melo Freitas (DF).
Cartões amarelos: Guiñazú, Rafael Sóbis e, Wilson Mathias (Internacional); Everton e Wallyson (Cruzeiro)
Gol: Everton (Cruzeiro), aos 14 minutos do primeiro tempo.
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