ferrari gto 612

ferrari gto 612
ferrari gto 612

jueves, 9 de septiembre de 2010

É fininho como um insecto, mas tem uma envergadura de asa de 64 metros, digna de um Airbus A340. Mas poder-se-á dizer que voa mais como um insecto, o avião experimental Solar Impulse HB-SIA, que ontem se tornou na primeira aeronave tripulada que funciona apenas com energia solar a fazer um voo superior a 24 horas, incluindo o período nocturno.




O voo durou 26 horas e 9 minutos, sobre as montanhas do Jura, na Suíça. André Borschberg, um ex-piloto da Força Aérea e um dos co-fundadores do projecto, foi o piloto.



As asas leves, de fibra de carbono, dominam a aeronave: é lá que estão as 12 mil células fotovoltaicas, que absorvem a energia do Sol, que é convertida em energia, armazenada em pilhas de lítio, semelhantes às dos automóveis eléctricos. Essa energia tem de ser gerida pelo piloto durante a noite, até voltar o Sol, planando e aproveitando as correntes – como um insecto que se deixa levar no vento.



“Foi o voo mais incrível da minha carreira. Voei 26 horas sem gastar combustível nem fazer poluição”, disse Borschberg, ao aterrar.



A aeronave subiu até 8564 metros de altitude, quando já se tinham passado dez horas de voo. Mas quando o sol começou a desaparecer, o avião desceu, até cerca de 1500 metros, e por ali ficou até voltar a haver luz. Os próximos desafios passam por um voo transatlântico, mas só lá para 2013.



O Solar Impulse, avião inteiramente solar, já superou mais um marco significativo: permanecer no ar por mais de 24h, superando a escuridão da noite!
É fininho como um insecto, mas tem uma envergadura de asa de 64 metros, digna de um Airbus A340. Mas poder-se-á dizer que voa mais como um insecto, o avião experimental Solar Impulse HB-SIA, que ontem se tornou na primeira aeronave tripulada que funciona apenas com energia solar a fazer um voo superior a 24 horas, incluindo o período nocturno.




O voo durou 26 horas e 9 minutos, sobre as montanhas do Jura, na Suíça. André Borschberg, um ex-piloto da Força Aérea e um dos co-fundadores do projecto, foi o piloto.



As asas leves, de fibra de carbono, dominam a aeronave: é lá que estão as 12 mil células fotovoltaicas, que absorvem a energia do Sol, que é convertida em energia, armazenada em pilhas de lítio, semelhantes às dos automóveis eléctricos. Essa energia tem de ser gerida pelo piloto durante a noite, até voltar o Sol, planando e aproveitando as correntes – como um insecto que se deixa levar no vento.



“Foi o voo mais incrível da minha carreira. Voei 26 horas sem gastar combustível nem fazer poluição”, disse Borschberg, ao aterrar.



A aeronave subiu até 8564 metros de altitude, quando já se tinham passado dez horas de voo. Mas quando o sol começou a desaparecer, o avião desceu, até cerca de 1500 metros, e por ali ficou até voltar a haver luz. Os próximos desafios passam por um voo transatlântico, mas só lá para 2013.



O Solar Impulse, avião inteiramente solar, já superou mais um marco significativo: permanecer no ar por mais de 24h, superando a escuridão da noite!

No hay comentarios:

Publicar un comentario